Operadoras telefônicas vêm me impedindo de viver
Impedindo a mim, a você
Roubando meus segundos a fim de construir as belas licenças poéticas
Não tão patéticas quando faladas...
Hoje, no meio do nada, da rua, do claro
Eu vi num carro o logotipo
Da operadora telefônica
E encantadoramente sorrindo eu liguei pra dizer
Dizer o quê?
ESqueci...
Sem sinal!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
detalhes da percepção onírica...
Figuram aqui tuas passagens
Paisagens de teu rosto e de teus olhos
Que teimo em ver em doces sonhos
Ao crer que durmo enquanto acordo
E ao vê-lo aqui sorrindo
Percebo o quanto há de lindo
Em tudo quanto possa enxergar...
Paisagens de teu rosto e de teus olhos
Que teimo em ver em doces sonhos
Ao crer que durmo enquanto acordo
E ao vê-lo aqui sorrindo
Percebo o quanto há de lindo
Em tudo quanto possa enxergar...
domingo, 7 de fevereiro de 2010
;
Tua fraqueza me detem
Enquanto te vejo a caminhar
A passos tão lentos que bem me parecem
Nunca querer chegar
Tua fraqueza me detém
A ponto de eu julgar-me fraca também
A ponto de estalar o pescoço num suspiro quase oco
É quase louco o jogo de amor e ódio em que se envolve a humanidade
E em meio a cidade, eu me perco na apatiia
De ter de ser eu a obrigação em ser o braço
De não ter o colo, mas ser a espera
Sinto sempre a longa espera
E rememoro outrora aqui ao lado
Um tanto quebrado esse redemoinho
Sinto o coração um tanto sozinho
À espreita de uma luz que não volta
Pouco importa o amor se não traduz alegria
Antes fosse a raiva que eu sentia
Hoje é tão somente algo
Uma esperança em que se traga a chuva
Na esperança de um novo dia...
Em que ao despertar dessa plena afasia
O ânimo me erga e eu possa sorrir...
Enquanto te vejo a caminhar
A passos tão lentos que bem me parecem
Nunca querer chegar
Tua fraqueza me detém
A ponto de eu julgar-me fraca também
A ponto de estalar o pescoço num suspiro quase oco
É quase louco o jogo de amor e ódio em que se envolve a humanidade
E em meio a cidade, eu me perco na apatiia
De ter de ser eu a obrigação em ser o braço
De não ter o colo, mas ser a espera
Sinto sempre a longa espera
E rememoro outrora aqui ao lado
Um tanto quebrado esse redemoinho
Sinto o coração um tanto sozinho
À espreita de uma luz que não volta
Pouco importa o amor se não traduz alegria
Antes fosse a raiva que eu sentia
Hoje é tão somente algo
Uma esperança em que se traga a chuva
Na esperança de um novo dia...
Em que ao despertar dessa plena afasia
O ânimo me erga e eu possa sorrir...
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
TEU GRANDE AMOR..
Eis que surge o grande amor em tua vida
E chega como um concerto de mil sons
Aventura em carne viva
EScondida em suas canções...
O grande amor espera gestos grandiosos
Vindos de onde nem se sabe...
O grande amor absorve o calor
E no momento seguinte o devolve ao peito
Não há como não segui-lo
E, no entanto, segue-o e morre com ele quando se acaba
Deixa-o e permanece tolo em meio a estrada
(inacabada...)
Cresce então medo ainda maior
Como seguir em meio a tanta dor
Sem sentir o ar que era tão próximo?
Questões de morte e vida aproximam-se
Quebram as moléculas mais presentes do coração
E dividem a razão e o querer...
Por que não ser?
Forte
Intenso
e, ao mesmo tempo
tão distante quanto
o que não é
Forte
Intenso
O grande amor espera...
Segues então entre o meio fio e a calçada
E eis que surge um outro grande amor
Não tão grande quanto o que se foi
E ao menor ruído
Entre um calafrio e tua voz
Surge a lembrança
Ressurge a esperança
de que possa ser presente
o passado ainda aqui...
O grande amor espera...
Flores em passagens
Amores de estalagens
De inverno
verão
e coisa e tal...
Textos se reportam à tua vida
E você não vê nada além de despedidas
Até perceber
que teu grande amor é trapo
porque
TEU GRANDE AMOR APENAS ESPERA...
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Quando eu me afastei de Deus...
Hoje eu me perguntei há quanto tempo
Perdi meu pensamento entre nuvens...
Desde quando perdi o contato com meu próprio pensar?
Por que foi necessário tanto esforço pra me mover?
E, no entanto, eu sempre soube que
Em todos os sinais que me dei
Eu pedia "Socorro!"...
Dentre tudo o que eu via
Em meio a tudo que ouviaEstava a chave pra não mais parar
Pra me erguer diante da tempestade
Em meio à cidade também se encontra água, calma, paz.
E no meio de mim
Entre o asfalto e a calçada
Há muito mais que nada
Mais do que eu tenho visto...
Hoje, em um detalhe, eu acordei por um segundo
E quero que o segundo perdure
Pra que a luz não apague novamente
Porque quando eu me afastei de Deus
ELE me cercou de cuidados
E se aproximou ainda mais de mim...
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Fala...
Fala
Tua fala vai mesmo embora
Não importa o quanto choras
Fala
Não te escuto sobre os ombros
NEm tampouco abaixo deles
Sou surdez em tempo hábil
O mais rápido não ouvinte
Fala
Abra a boca e o coração
Não estou ovindo mesmo...
Não há tempo pra vocÊ
NEm ao menos pra mim
Sim...o que disse?
Tua fala vai mesmo embora
Não importa o quanto choras
Fala
Não te escuto sobre os ombros
NEm tampouco abaixo deles
Sou surdez em tempo hábil
O mais rápido não ouvinte
Fala
Abra a boca e o coração
Não estou ovindo mesmo...
Não há tempo pra vocÊ
NEm ao menos pra mim
Sim...o que disse?
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
do parentesco verde...
Dois irmãos
Unidos
Pelo motivo de estarem juntosDe vida, de chão, de nada
E nada foi ao acaso
Braços um do outro
Sem linha de chegada
Presos ao tempo, ao vento, à estrada
Sem sentido que ao menos se saiba
Na calçada...
Lá estavam
Recostei-meE a seiva bruta corre em silêncio
Trabalha em sua luta e se desfaz num tempo
Em que ninguém se pergunta o porquê
Mas se encosta e pede a sombra
Sem nem lembrar que um dia
A força, a tora irão perecer.
domingo, 15 de novembro de 2009
Edificando...
Enquanto correm as rodas
Cresce ao longe o edifício
Quase pronto desde o início
Em seu projeto, fundação
Mais de perto, tão concreto
Esquece que já foi papel incerto
Como humano o ser se faz:
Criação e evolução.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A serviço da vida...
Difícil saber
Entender
O porquê de tudo isso
E, no entanto, estamos aqui a serviço
De algo bem maior que a nossa razão
Pois que agora, tão pequena é
E tão imenso é o mundo lá fora
A nos falar sobre a amplidão
Enquanto penso, olho por dentro
De algumas gotas de momento
E em vão, uma cai no chão
Não é tristeza não
Mas a gente pensa que pensa alguma coisa
E enquanto pesa o próprio pensamento
Vê que o que jaz lá dentro
É mesmo um pouco de aflição
Entender
O porquê de tudo isso
E, no entanto, estamos aqui a serviço
De algo bem maior que a nossa razão
Pois que agora, tão pequena é
E tão imenso é o mundo lá fora
A nos falar sobre a amplidão
Enquanto penso, olho por dentro
De algumas gotas de momento
E em vão, uma cai no chão
Não é tristeza não
Mas a gente pensa que pensa alguma coisa
E enquanto pesa o próprio pensamento
Vê que o que jaz lá dentro
É mesmo um pouco de aflição
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
sem você...
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